sexta-feira, junho 06, 2008

You... People... Fixe... Népia...




Yoo
Ela diz que me adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa
Menos fraco, feio
Passa o dedo na rasta, com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me "Queres que a
lave?"
Vamos
para o chuveiro, ela flui e com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer resto de mágoa
Diz como é o amor e dá um certo calor na barriga
E consegue, quero sempre, sempre
Aquele nigga que lhe mete a rir rir
Quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir
e somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas
Dialectos da Ternura,
Tipo...


[Refrão:]
Uh, uh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (2x)


Água morna em pele quente, cor aberta não perfura
Minha alma já ‘tá nua, faço-lhe uma jura,
Jura para sempre teu,
Depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra
Na sensação
Aquilo que vivemos esta gravado no coração
Segura
Na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi, reinventas-te a paixão
E ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela, deixo crescer a semente
E Diz-me



[Refrão:]
Uh, uh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (4x)


Yeah Yeah

Em cada beijo, há uma frase, em cada frase há um verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
Uma história que ensombra a memoria
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei em cada noite que amei
Ou pensei que amei, porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá á toa, em troca de quase nada
Ela não ‘ta espantada, pelo contrário relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorada
E diz-me...

[Refrão:]
Uh, uh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (4x)"

terça-feira, junho 03, 2008

Karaoke no...Chocalho


********
Na Primavera o amor anda no ar.
Na Primavera os bichos andam no ar.
Na Primavera o pólen anda no ar
E eu não consigo parar de espilrar.


No Verão os dias ficam maiores.
No Verão as roupas ficam menores.
No Verão o calor bate recordes
E os corpos libertam seus suores.


Eu gosto é do Verão
De passearmos de prancha na mão.
Saltarmos e rirmos na praia
De nadar e apanhar um escaldão.
E ao fim do dia, bem abraçados
A ver o pôr-do-sol
Patrocinado por uma bebida qualquer.


No Outono a escola ameaça abrir.
No Outono passo a noite a tossir.
No Outono há folhas sempre a cair
E a chuva faz os prédios ruir.


No Inverno o Natal é baril.
No Inverno ando engripado e febril.
No Inverno é Verão no Brasil
E na Suécia suicidam-se aos mil


E ao fim do dia, bem abraçados
A ver o pôr-do-sol
Patrocinado por uma bebida qualquer.
Patrocinado por uma bebida qualquer.
Qualquer.

*******

terça-feira, maio 27, 2008

Poema da Discoteca

No pires rachado
Da mesa afamada
Jaz entre gorduras envinagradas
Uma folha de alface desprezada;

Fumo de cigarro q.b.
Barulho (instrumental e vocal)
Shut your big mouth!.
A “companhia “ de bejekas
Mais o relógio no fundo da sala
O fogão que se acende
Mais a agua que ferve,
Bêbados adolescentes dão á goela.
Propaganda nas paredes…

BEBA ISTO!
COMA AQUILO!
PROIBIDO FUMAR!

Agora reparo,
Se não houvesse
Guardanapinhos de papel
Onde é que eu limpava os beiços?....

Nisto chega a sandes
Fartinha, providencial
Papel, memória e tinta
Desbotam perante essa
Presença
Levemente afiambrada.

No meio deste ambiente
A um tempo dinâmico e dolente
Algo sobressai. É O PENSAMENTO.
FILOSOFICO? PSICOLOGICO? BANAL?
DUVIDAS? CERTEZAS? TUDO?
NADA? O TRIVIAL?

Reparo então num sorriso,
Concentro-me nesse olhar.
Medito…repito:
AFINAL QUEM ÉS TU?
EQUEM SOU EU!_

Bebo a cerveja e prossigo
E preciso sabermos
Comportarmo-nos com
Lisura em tal recinto.

Depois, consumo
Outro guardanapinho prático
E verifico como um minuto e rápido.


efeneto

sábado, maio 10, 2008

Push the limit.. (MUST SEE)

segunda-feira, março 24, 2008